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Meu Equilibrio…

DEUS, meu ponto de equilíbrio, que por mais que façamos as mais tensas besteiras, ainda assim nos acolhe, nos cuida, e não desiste de mim, e quando penso estar sozinha, olho para o céu e percebo, ele sempre estará lá comigo, me protegendo e me guiando.

No conto “A Cartomante”, é apresentado uma história envolvendo triângulos amorosos, traições, conflitos e principalmente, a leitura do destino. No livro, a cartomante (sem nome, seguindo o estilo Machadiano) é uma charlatã que ultiliza metáforas inteligentes e versáteis para “controlar” as pessoas com o mínimo de ignorância ou ingenuidade, fazendo-as acreditarem que a cartomante está vendo o futuro dos clientes. Ou seja, “de duas uma”: ou o autor tem descrença na existência do destino ou na possibilidade de seres humanos predizerem o futuro. Na segunda alternativa, concordaria com o autor: acho que prever o futuro é mito. Mas levando a outra possibilidade, eu teria de refletir um pouco sobre minha opinião. Será que existe o destino mesmo? Será que todo acontecimento já foi planejado anteriormente? Mas as pessoas mudam de opinião freqüentemente, talvez elas não sejam controladas pelo destino… Mas se o destino prevê as mudanças? Muito se discute, pouco se prova. É iniciado então um debate de “existe se não se prova o contrário” e “não existe até que se prove o contrário”, deixando a existência do destino dependente da fé de cada indivíduo: cada um acredita no que desejar. E se Machado então não acredita no destino? Provavelmente ele acreditaria no homem, que o homem, ser pensante e livre, poderia tomar as decisões e os rumos que quisesse sem estar preso a nada semelhante ao destino. Minha interpretação do conto “A Cartomante”, no qual Machado transforma pessoas que dizem existir destino em charlatãs, mostra uma das opiniões do autor, relacionada a descrença no destino e crença no homem como ser livre.

May 6

Verdade :)

A verdade deve ser comida fria, já comi algumas verdades quentes que me deram a volta ao estômago.
A verdade, quando é fria tem o sabor amargo doce, gosto do café quente, mas uma verdade quente não me dá prazer nenhum.
Uma vez senti uma mentira em tom de verdade que sabia a amor, mas no fundo tratou-se apenas de um lugar especial.
Podemos dizer que o silêncio, é uma verdade perigosa,pode trair a palavra e essas verdades silenciosas, camufladas pelo riso, esticam a corda até rebentar o balão.

A ilusão é uma mentira quente que nos faz vibrar, mas arrefece e desaparece. Resumindo, na minha opinião, há mais mentiras do que verdades, o que não deixa de ser uma verdade.

  E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32